Adocicando a mesmice da vida

 

 

        

O mês de Janeiro de 2016 segue seu curso na história, deixando marcas para posteridade. As mudanças ocorridas já nos primeiros 10 dias do referido mês foram amargas, como o fel, para muitas pessoas. Em contrapartida, no mosaico do cotidiano, não se pode aplicar a mesma constatação para todos. Logo, para outros, os primeiros dias do ano foram vistos como doce, tal como o mel. A verdade é que a vida não é amarga o tempo todo, muito menos doce. Experimentaremos mais cedo ou mais tarde das oscilações que caracterizam o mundo da vida, ou seja, do cotidiano, do espaço comum destinado às nossas interações. O que não podemos deixar de fazer é cremos em dias melhores. A nossa esperança é essa., uma vez que seguimos como norte orientador da nossa vida, a revelação de Deus para nós.

 

A cada novo ano, novas metas, novas rotas e novos desafios. Não obstante, se analisarmos com mais atenção perceberemos que embora o tempo passe, tudo é a mesma coisa, como já dizia o velho e sábio Salomão em Eclesiastes 1.4-11, ao falar sobre a eterna mesmice da vida cotidiana. Diante de uma constatação, considerada por alguns como melancólica, encontramos nas palavras do próprio sábio, o diferencial, o embelezamento, a verdadeira razão de se viver, de acordar cedo e dormir tarde, de ver o sol nascer e se por, isto é: “ [...] temer a Deus e guardar os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec. 12.13-14). No temor a Deus, no sentido de reverenciar o seu santo nome, através de nossas ações e reações, encontraremos a fonte que irá adoçar os dias amargos da nossa vida.

 

O que vai acontecer esse ano? Onde estaremos amanhã? Conseguiremos alcançar nossos objetivos? São perguntas cujas respostas encontram-se nas vivencias. É preciso viver um dia de cada vez, o que não significa: não planejar. Vamos tocando a nossa vida em frente; alguns conseguirão ir mais rápido do que outros, alcançando seus objetivos. O importante é não pararmos frente aos obstáculos do nosso tempo. Siga em frente, olhando para Cristo, mesmo que todo o mundo à sua volta esteja focado em outra direção. Gonçalves ao compor o hino 68 – do hinário Novo Cântico - escreveu na terceira estrofe:

 

Bem sei que nas preces eu posso buscar-te,

Jamais dessa benção na vida eu descri;

Contudo, é possível que dela me afaste;

Por isso, Senhor, eu preciso de ti.

               

 

No Senhor Deus somos mais do que vencedores. Mantenha-se firme, crendo que o Senhor no tempo da misericórdia, irá se voltar para a nossa nação, para a nossa família, trazendo vida e paz. A Deus seja a honra e a glória pelos séculos dos séculos, de eternidade a eternidade, pelas bênçãos alcançadas até aqui.

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